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EN ISO 13849-1: Nível de performance (PL)

Quanto maior o risco, maiores as exigências a sistemas de comando. A situação de perigo é dividida em cinco níveis, denominados de Performance Levels (PL), de PL "a" (baixo) a PL "e" (alto). O PL exigido é definido ou atribuído por ocasião da por ocasião da avaliação de riscos conforme EN ISO 12100 e EN ISO 13849-1.

EN ISO 13849-1/-2: Segurança de máquinas - Peças de comando relativas à segurança

A EN ISO 13849-1, como sucessora da EN 954-1, é a norma central para o dimensionamento de comandos de segurança orientados à segurança de máquinas.

A EN ISO 13849-1:2008 foi publicada no Diário Oficial da UE como norma harmonizada para a diretriz para máquinas 2006/42/CE. Com isso, é válida a presunção de conformidade.

Atualmente, a EN ISO 13849-1 está sendo revisada e a versão modificada será publicada provavelmente até o início de 2016 como nova norma EN ISO 13849-1 e liberada para utilização por meio da harmonização para a 2006 /42/CE.

 

Nível de performance

A EN ISO 13849-1, ao contrário da preparação determinística (determinável de modo reprodutível) da norma precedente EN 954-1, se baseia em uma preparação probabilística (que considera a probabilidade) na avaliação de sistemas de comando orientados à segurança.

Além de sistemas elétricos, eletrônicos e eletrônicos programáveis, a norma também trata de outras tecnologias de comando, como, por exemplo, a técnica de fluídos

As conhecidas categorias da EN 954-1 foram mantidas, no entanto, adicionalmente são avaliadas propriedades relevantes para a segurança de modo quantitativo através de métodos de cálculo estatísticos. Com base nas categorias, é determinado ainda o Performance Level, que é descrito pelas seguintes grandezas características:

  • Categoria (exigência estrutural)
  • tempo médio até a falha perigosa (MTTFd)
  • Grau de cobertura de diagnóstico (DC) e
  • erros de causa conjunta (CCF)

 

EN ISO 13849-2 Segurança de máquinas - Peças de comandos relativas à segurança

Sobre o tema "Validação", atualmente é válida a EN ISO 13849-2:2012. Esta foi publicada no Diário Oficial da UE como norma harmonizada para a diretriz para máquinas 2006/42/CE. Com isso, é válida a presunção de conformidade.
Como validação entende-se aqui uma verificação de valorização, incluindo análise e teste das funções de segurança e categorias de peças de comando relativas à segurança.

 

Aplicabilidade da EN 954-1

Basicamente, a EN 954-1 perdeu a presunção de conformidade para a diretriz para máquinas 2006/42/CE em 31/12/2011 e, por isso, não pode mais ser aplicada em procedimentos de avaliação de conformidade para a 2006/42/CE.

Exceção: Em normas individuais de produtos para determinados tipos de máquinas (por exemplo, máquinas-ferramenta), a utilização continua sendo permitida sob duas condições:


1) A EN 954-1 deve estar referida com a data de edição nas referências normativas da norma tipo C

  • EN 954-1:1996
    Exemplo: EN 12417:2001 + A2:2009 Máquinas-ferramenta – Segurança – Centros de usinagem

2) EN 954-1 e EN ISO 13849-1, ambas estão relacionadas paralelamente nas referências normativas com a data de edição

  • EN 954-1:1996 e EN ISO 13849-1:2006
    Exemplo: EN ISO 23125:2015 – Máquinas-ferramenta – Segurança – Máquinas rotativas

Em seis passos até a meta

Com a introdução da EN ISO 13849-1, resultam também novas exigências de procedimentos para a construção de máquinas. A configuração das partes de comandos orientadas à segurança é um processo interativo que se desenvolve em várias etapas.

Passo 1 – Definir exigências a funções de segurança

Esta é a etapa mais importante. Inicialmente devem ser definidas as propriedades exigidas para as funções de segurança. Por exemplo, para proteção de uma porta de segurança em uma máquina, devem ser desligados movimentos perigosos quando a porta de proteção é aberta. Não deve ser possível uma nova colocação em funcionamento com a porta de proteção aberta.

Passo 2 – Determinar o nível de performance requerido (PL)

Quanto maior o risco, maiores as exigências ao sistema de comando. A contribuição, a confiabilidade e estrutura aqui podem variar de acordo com a tecnologia aplicada. O nível de cada situação de perigo é dividido em cinco níveis de "a" a "e". Com PL "a", a contribuição da função de comando para redução de risco é baixa, com PL "e" é alta. Com base no gráfico de risco, é determinado o Performance Level (PL) para a função de segurança anteriormente descrita.

Gravidade da lesão (S)
S1 = lesão leve (normalmente reversível)
S2 = lesão grave (normalmente irreversível), inclusive fatal

Frequência e/ou duração da exposição ao perigo (F)
F1 = raramente até ocasionalmente e/ou de curta duração
F2 = frequentemente até constantemente e/ou de longa duração

Possibilidades para evitar o perigo (P)
P1 = possível sob determinadas condições
P2 = dificilmente possível

Passo 3 – Configuração e realização técnica das funções de segurança

A função de segurança descrita no passo 1 "travamento da porta de proteção" é realizada pela técnica de comando. Para o travamento da porta de proteção, é utilizada uma chave de proximidade codificada como, por exemplo PSENcode. Assim, existe a possibilidade de ligar várias portas de proteção em série, sem que a eficiência das funções de monitoramento seja negligenciada. Além disso, a codificação oferece ampla proteção contra manipulação. A respectiva avaliação dos sensores é feita com base em um sistema de segurança multifuncional como, por exemplo, PNOZmulti. O desligamento do acionamento é feito por dois contatores com contatos de acionamento positivo.

Passo 4 – Determinação do nível de performance e consideração quantitativa

Para determinação dos níveis de performance atingidos, a função de segurança é decomposta nas partes sensor, lógica e atuador. Cada um destes sistemas parciais contribui para a função de segurança. Para componentes Pilz estão disponíveis todos os valores característicos requeridos. Para este fim, a Pilz disponibiliza uma ferramenta prática para cálculos (PAScal).

Passo 5 – Validação

Este passo esclarece a questão sobre quanto o nível de performance atingido também corresponde ao nível de performance requerido. O PL atingido deve ser igual ou melhor que o PL r requerido a partir da avaliação de riscos. Isso significa "luz verde" para a construção da máquina.

Passo 6 – Validação

Além das exigências meramente qualitativas quanto à configuração de sistemas de segurança, é importante também evitar erros sistemáticos. Isso ocorre na validação.

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