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Normas para a segurança funcional
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Segurança funcional conforme EN ISO 13849 |
A EN ISO 13849-1, como sucessora da EN 954-1, é a norma central para a criação de comandos de segurança no setor de "segurança de máquinas". A norma EN ISO 13849-1 (agora na versão 2008) foi definida em 2006 como versão européia. Além disso, a EN ISO 13849-1 foi publicada como norma harmonizada na diretriz de máquina no Jornal Oficial da UE . Deste modo, se aplica o efeito de presunção para esta norma.
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Wer darf die EN 954-1 noch anwenden?
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Die Kernfrage, wer die EN 954-1 noch anwenden sollte oder darf, ist geprägt von zwei Randbedingen. Einerseits ist die EN ISO 13849-1:2009 die direkte Nachfolge-Norm der EN 954-1. Damit wurde mit der EN ISO 13849-1 ein neuer Stand der Technik geschaffen und die EN 954-1 erfüllt somit eine Grundanforderung der Maschinenrichtlinie nicht mehr. Diese Betrachtung wird aber durch den zweiten Sachverhalt relativiert. Für viele Produkt-Normen (C-Normen) existiert bis heute keine aktualisierte Version die auf die EN ISO 13849-1 verweist. Da aber die vorhandenen Verweise auf die EN 954-1 oft nicht vollständig und eindeutig von der EN ISO 13849-1 aufgelöst werden können, ist der Anwender dieser Normen auf die EN 954-1 weiterhin angewiesen und die EN 954-1 muss in diesen Fällen als Stand der Technik angesehen werden. In allen übrigen Fällen ist im Sinne der Rechtssicherheit die Anwendung der EN ISO 13849-1 an zu raten. Es sei aber betont, dass die rechtliche Situation nicht zweifelsfrei geklärt ist und eine Anwendung der EN 954-1 weiterhin denkbar ist.
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Quais motivos foram decisivos para a revisão da EN 954-1?
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A EN 954-1 (ainda) atual, que descreve desde 1996 a construção de circuitos de comando relevantes para a segurança na área de segurança de máquinas, não contém nenhuma exigência suficiente quanto aos sistemas eletrônicos programáveis. Outros pontos críticos foi o fato da relação entre a gravidade de risco e a categoria nem sempre serem plausíveis. Além disso, tem-se a opinião que reflexões de probabilidade deveriam ser incluídas nas considerações de segurança.
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Uma inovação importante da norma EN ISO 13849-1 é a abordagem de probabilidades na avaliação de sistemas de comando de segurança. A revisão teve como meta dotar a EN 954-1 da probabilidade, item essencial para a avaliação de comandos modernos. A razão decisiva para a norma era continuar a utilizar as categorias testadas em geral e também avaliar as propriedades de segurança de forma quantitativa.
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A partir das categorias, aplicou-se o chamado nível de performance (Performance Level - PL), descrito pelos seguintes índices: - Categoria (exigência estrutural),
- tempo médio até a deficiência perigosa ( MTTFd )
- Grau de cobertura de diagnóstico (DC) e
- erros de causa conjunta (CCF).
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In sechs Schritten zum Ziel
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Com a introdução da EN ISO 13849-1, resultam também novas exigências para a construção de máquinas na forma de procedimento. A configuração das partes relativas à segurança de comando é um processo interativo, que se desenvolve em várias etapas.
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Etapa 1 - Definir as exigências quanto às funções de segurança Primeiramente deve-se definir as propriedades requeridas para cada função de segurança. Esta etapa é a mais importante e, comumente, a mais difícil. Para uma proteção da porta de proteção em uma máquina, por exemplo, os movimentos perigosos devem ser eliminados ao abrir-se a porta de proteção; não pode ser possível a colocação em movimento novamente com a porta de proteção aberta.
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Etapa 2 - Determinar o nível de performance requeridoPL Quanto maior o risco, maiores as exigências ao sistema de comando. A contribuição, a confiabilidade e estrutura aqui podem variar de acordo com a tecnologia aplicada. O nível de cada situação de perigo é dividido em cinco níveis de "a" a "e". Com PL "a", a contribuição da função de comando para redução de risco é baixa, com PL "e" é alta. Com base no gráfico de risco, o nível de performance requerido ( PLr ) é determinado para a função de segurança descrita anteriormente.
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Gravidade do ferimento (S) S1 = ferimento leve (normalmente reversível) S2 = ferimento grave (normalmente irreversível) inclusive morte Freqüência e/ou duração da exposição ao perigo (F) F1 = rara até freqüente e/ou duração breve F2 = freqüente até permanente e/ou duração longa Possibilidades para evitar-se o perigo (P) P1 = possível sob certas condições P2 = quase impossível
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Etapa 3 - Configuração e realização técnica das funções de segurança A função de segurança descrita na etapa 3 "travamento de porta de proteção" é realizada com técnica de comando. Para o travamento de porta de proteção aplica-se um chave de proximidade codificada como PSENcode, por exemplo. Assim, existe a possibilidade de ligar várias portas de proteção em série, sem que a eficiência das funções de monitoramento sejam negligenciadas. Além disso, a codificação oferece uma proteção contra burla de amplo alcance. A respectiva avaliação dos sensores é feita com base em um sistema de segurança multifuncional como, por exemplo PNOZmulti. O desligamento do acionamento é feito por dois contatores com contatos de acionamento positivo.
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Etapa 4 - Determinação do nível de performance e consideração quantitativa Para determinação do nível de performance e consideração quantitativa, a função de segurança é decomposta nas partes sensor, lógica e atuador. Cada um destes sistemas parciais contribui para a função de segurança. Para componentes Pilz estão disponíveis os valores característicos requeridos. A Pilz disponibiliza aqui uma ferramenta de cálculo confortável (PAScal) .
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Etapa 5 - Verificação Esta etapa esclarece a questão sobre quanto o nível de performance atingido também corresponde ao nível de performance requerido. O PL atingido deve ser igual ou melhor que oPLrrequerido a partir da avaliação de risco. Isso significa "luz verde" para a construção da máquina.
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Etapa 6 - Validação Além das exigências meramente qualitativas quanto à configuração de sistemas de segurança, é importante também evitar erros sistemáticos.
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A Equipe de Serviços da Pilz lhe auxilia com Consultorias em todas as etapas descritas. Aqui incluem-se o acompanhamento na Certificação CE.
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